Reentrada de luxo.
Este ano está a provar-se invulgarmente recheado de obras memoráveis. Desde a reentrada (fim de Verão) já nos foram apresentados dois filmes máximos deste ano: «Hero» e «Dogville». Mas faltam aí esperanças fortíssimas que, penso seu, deixarão o ano de 2003 na História. Por agora, coloco apenas as imagens para se deixarem contaminar pelas reminiscências visuais que as respectivas suspensões fotográficas possam despertar em cada um de nós. A associação de cada imagem aos respectivos títulos colocarei talvez amanhã. Falta um título importantíssimo, para o qual não encontrei imagens (não procurei muito confesso), mas que acredito que possa ser um objecto central deste ano: «Elephant», de Gus Van Sant. Sem mais demoras:
Tiago Pimentel
Este ano está a provar-se invulgarmente recheado de obras memoráveis. Desde a reentrada (fim de Verão) já nos foram apresentados dois filmes máximos deste ano: «Hero» e «Dogville». Mas faltam aí esperanças fortíssimas que, penso seu, deixarão o ano de 2003 na História. Por agora, coloco apenas as imagens para se deixarem contaminar pelas reminiscências visuais que as respectivas suspensões fotográficas possam despertar em cada um de nós. A associação de cada imagem aos respectivos títulos colocarei talvez amanhã. Falta um título importantíssimo, para o qual não encontrei imagens (não procurei muito confesso), mas que acredito que possa ser um objecto central deste ano: «Elephant», de Gus Van Sant. Sem mais demoras:






Tiago Pimentel
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