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Um site para pensar sobre tudo e chegarmos sempre a um singular pensamento final: sabermos que nada sabemos.
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Tiago Pimentel
Críticas dos leitores para: tiago_pimentel@hotmail.com

domingo, fevereiro 25, 2007



É o meu favorito dos filmes nomeados aos Oscars. Sei que dificilmente ganhará, mas a minha admiração incondicional por este filme é exterior a qualquer movimento de celebração do seu valor. O cinema existe nele como se fossem os últimos vestígios de arte no mundo e no Homem. Os silêncios interiorizam uma guerra que nos parece, de uma só vez realista, pelas suas evidências mais cruéis e carnais, e fantasmagórica pela encenação das suas imagens (filmada como se uma neblina se formasse entre os soldados e a guerra que combatiam). Os soldados que corriam naquela ilha eram fantasmas antes de morrerem e a guerra era um sonho que recordava memórias de momentos em que foram vivos. Clint Eastwood filma, não como um americano que força a perspectiva japonesa, mas como um mestre japonês, interior à complexidade e respirações dramáticas do cinema nipónico, gerindo os silêncios e os tempos dramáticos como se sempre tivesse pertencido àqueles lugares. No filme, sentem-se as ligações entre dois lugares, entre dois tempos, entre duas pessoas, entre a vida e a morte. Uma das obras primas maiores da última década de cinema.

2 Comments:

Blogger Conceição Bernardino said...

Olá,
“ Somos a ponte para a eternidade,
Formando um arco sobre o mar,
Procurando aventuras para nosso regozijo,
Vivendo mistérios, optando por calamidades,
Triunfos, desafios, apostas impossíveis,
Pondo-nos à prova uma e outra vez,
Aprendendo amar.”
Excerto de “Richard Bach”

É com esta força que renasço todos os dias, para continuar a minha caminhada...
Espero que gostem deste pequeno presente.
Beijinhos, que a escrita nos una!
Conceição Bernardino
25-02-07
http://amanhecer-palavrasousadas.blogspot.com

1:02 da manhã  
Blogger Conceição Bernardino said...

Olá,
“Não quero honras.
Não pretendo ser líder.
Quero apenas partilhar o que encontrei
E mostrar esses novos horizontes”
Texto escrito por Fernão Capelo Gaivota

Como podemos nós suportar tanta miséria à nossa volta, sinto-me impotente, escrevo para minimizar a dor destes inocentes. Mas será que consigo?
Conceição Bernardino
Beijinhos
http://amanhecer-palavrasousadas.blogspot.com

1:37 da manhã  

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